O sistema de vigilância eletrônica “Olho Vivo”, que vem sendo prometido há anos e que já chegou a instalar a rede de torres para a colocação das Câmaras de televisão, está paralisado.
A Cemig exige a instalação de medidor de energia em cada torre, o que eleva os custos do projeto em mais R$ 40 mil. O Governo do Estado liberou R$ 3 milhões para o “Olho Vivo”, mas ainda não se sabe quem vai pagar a nova conta para atender às exigências da empresa energética. Sabe-se que há demandas junto à empresa na tentativa de uma solução, mas nada ainda está resolvido.
Segundo informações apuradas pelo “Hoje Cidade”, a questão já foi levada ao prefeito Mário Márcio Maroca por intermédio do Conselho Municipal de Defesa Social e pelo comando do 25º Batalhão de Polícia Militar.
O “Olho Vivo” consiste na instalação de 27 câmaras, monitoradas 24 horas por dia e cobrindo toda a área Central de Sete Lagoas. O projeto resultou numa parceria entre o Governo do Estado, a Polícia Militar de Minas Gerais e a Prefeitura.
O sistema também chega com uma proposta ousada: diminuir em até 50% o número de assaltos a pedestres e ao comércio. Implantado em Belo Horizonte e em outras Cidades da Região Metropolitana, esse índice foi alcançado com sucesso. A exigência da Cemig é um novo entrave para o projeto, que sofreu com orçamentos sempre reajustados: previsto para custar R$ 1,8 milhão, ele já consumiu R$ 3 milhões.
Fonte: Jornal Hoje Cidade





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