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Os filmes que o Oscar injustiçou

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A esta altura, toda a mídia está tomada de notícias, comentários e fofocas sobre a cerimônia do Oscar, realizada ontem no teatro Kodak. Convém lembrar, porém, de filmes que, julgados como excelentes pela história, deixaram seus atores, produtores e atores de mãos abanando.

O diretor Stanley Kubrick ficou de fora em 1964 e 1968. Primeiro com seu clássico sobre a Guerra Fria, Dr. Strangelove, que perdeu para My Fair Lady, de George Cukor. 2001, Uma Odisséia no Espaço, épico que definiu um gênero, perdeu para o meloso Oliver!, de Carol Reed. Cidadão Kane, considerado por muitos o melhor filme de todos os tempos, ficou a ver navios em 1941, com a estatueta indo para Como Era Verde Meu Vale, de John Ford. O gênio Martin Scorsese levou chapéu três vezes, em 1976, 1980 e 1990, com as obras-primas Taxi Driver, Touro Indomável e Os Bons Companheiros. James Dean acabou como um rebelde sem Oscar. Indicado por A Leste do Éden e Assim Caminha a Humanidade, perdeu no segundo para O Rei e Eu, o esquecível filme estrelado por Yul Brynner. Alfred Hitchcock, que foi indicado quatro vezes e nunca levou nada, foi vencido por diretores como Billy Wilder e Elia Kazan. Até aí tudo bem. Mas Um Corpo que Cai levar uma rasteira de Gigi, de Vincente Minnelli? Fala sério. Al Pacino, em O Poderoso Chefão, foi julgado menos meritório da estatueta que Joel Grey em Cabaret.

Fonte: Revista da Semana, com informações da CNN.

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