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segunda-feira, 1 de setembro de 2008 - 18h29 - da Redação

Enfim, Lata Velha com professor sete-lagoano é exibido


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O professor de música Jean Francisco foi o felizardo do Lata Velha do sábado passadoNo sábado passado, dia 30 de agosto, foi ao ar a matéria mais esperada pelo público sete-lagoano. Enfim, foi transmitido no programa Caldeirão do Huck, da Rede Globo, o “Lata Velha” com o professor de música Jean Francisco. Ele e seu Chevette 1974 foram as estrelas do quadro neste fim de semana.

Feliz, Jean Francisco posa junto à sua nova máquinaCom uma captura fora do comum, a equipe do programa do apresentador Luciano Huck ficou na cidade durante três dias para acompanhar a rotina de Jean, além de descobrir mais informações, já que na carta enviada não constava nenhum contato com o professor.

Um sheik chega à cidade de Sete Lagoas para fazer uma visita e resolve aprender a tocar violão. Difícil de acreditar, não é? Mas todos acreditaram e, foi com esse disfarce que Huck chegou até Jean e Brow, nome do seu Chevette Tubarão 74.

O carro ganhou o estilo do seu dono e um novo motor com coletor de ar externoO desafio de Jean foi o basquete de rua, com auxílio da CUFA – Central Única de Favelas, com sede no Rio de Janeiro, e a inspiração no Harley Globetrotters, grupo americano de basquete criado na década de 1920 formado por negros cheios de habilidade com a bola e cestas acrobáticas.

No palco, Jean se saiu bem e trouxe o Brow de volta à Sete Lagoas.

No site do programa Caldeirão do Huck você pode encontrar mais informações.

Os baixinhos que tanto gostam do professor foram esquecidos no momento dos agradecimentosPonto Fraco - O que desagradou muito foi um detalhe importantíssimo que passou batido pela produção do programa e pelo próprio Jean: e as crianças? Os alunos do professor foram esquecidos. Em nenhum momento se ouviu um agradecimento à iniciativa das crianças de escrever a carta, apenas uma citação. Mesmo três das quatro crianças que escreveram a carta estando presentes no programa, não adiantou para refrescar a memória da produção e do felizardo. Aí professor, cadê a consideração, hein?!

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